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FITA REFLEXIVA 3M OBRIGATÓRIO POR LEI

Contram edita normas sobre regulamentação de faixas refletivas em caminhões e veículos grandes.

Medida visa aumentar a segurança dos motoristas em dias de pouca visibilidade. Com a queda da temperatura no inverno e a maior intensidade de chuvas, há grande formação nevoeiro, , prolongamento do período noturno, entre outros fatores que contribuem para a as adversidades que o transito pode trazer. É necessário nestas condições, o alerta do motorista, além de uma série de medidas que pode facilitar o trafego que quem transita pelas estradas gauchas.

Pensando nisso, o Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, está divulgando um material para orientar os motoristas, referente a sinalização reflexiva de caminhões e veículos grandes.

Como uma maneira de oportunizar que os veículos de carga sejam mais visualizados pelos demais usuários das vias, foram editadas normas pelo CONTRAN, regulamentando a afixação dos dispositivos refletivos de segurança delineando os contornos das bordas das laterais, nas bordas traseiras das carroçarias e nos pára-choques traseiros dos veículos da carga

O código brasileiro de transito estabelece que antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, o condutor deverá verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório, como as faixas reflexivas. Por isso é importante que todo motorista, antes de dar partida no veículo, inspecione os dispositivos refletivos, para ver se estão afixados corretamente, se estão devidamente limpos e possibilitando a visualização por parte dos outros motoristas.

Segundo as novas normas editadas pelo Contram, O Dispositivo refletivo de segurança nas cores vermelha e branca dos pára-choques é obrigatório para veículos de carga fabricados ou importados a partir de 1º Julho 2004, com Peso Bruto Total superior a 4.600 Kg ou, ainda, para os de anos anteriores, cujas características originais da carroçaria forem alteradas ou quando nele for instalado algum tipo de implemento.

O Dispositivo refletivo de segurança nas cores preta e amarela no pára-choque é obrigatório para veículos de carga fabricados ou importados anteriormente a 1º de julho 2004, com Peso Bruto Total superior a 3.500 Kg.

As ações da fiscalização de trânsito pelos órgãos responsáveis buscam influenciar diretamente na segurança e fluidez do trânsito, contribuindo para a efetiva mudança de comportamento dos usuários das estradas, e de forma específica, do condutor que não estiver em dia com as normas.

A falta do dispositivo ou a sua ineficiência constituem infração de trânsito, passível de retenção do veículo para regularização, multa no valor de R$ 127,69 e o registro de 05 pontos no prontuário do responsável. Passível ainda de recolhimento do documento de porte obrigatório (CRLV) caso a irregularidade não seja sanada no local.

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QUANDO UTILIZAR PNEUS MISTOS

CONHEÇA OS DIFERENTES TIPOS DE PNEUS E APRENDA A ESCOLHER O MELHOR PARA SEU CARRO

Disponível em vários tipos, o item também exige cuidados especiais. Saiba como aumentar sua vida útil e reconhecer o momento da substituição.

Veja as diferenças entre os tipos de pneus (Foto: Autoesporte)

O pneu é considerado um item de segurança do veículo. Qualquer descuido pode trazer riscos, defeitos mecânicos e até multas. Por isso, os cuidados devem começar já na leitura do manual do proprietário. “É na indicação do fabricante que constam a pressão correta, o controle periódico do alinhamento e do balanceamento e os tipos mais adequados”, explica o presidente-executivo da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, a ANIP, Alberto Mayer.

Os tipos a que Mayer se refere são os de uso on-road (predominante em asfalto), off-road (de utilização em estradas de terra e lama) e misto (ideal para os dois solos). As diferenças começam já na parte visual. “Os pneus off contam com uma banda de rodagem mais espaçada, sulcos mais largos e carcaça reforçada. Já os do tipo on possuem sulcos menores que aumentam a área de contato com o solo”, diz o gerente de Marketing, Produto e Motor Sports da Pirelli, Fábio Magliano.

Os pneus ainda contam com uma categoria “ecologicamente correta”. Os chamados pneus verdes são fabricados de maneira diferente e com outros tipos de materiais que os deixam mais leves, menos ruidosos e com menor resistência ao rolamento, o que possibilita a redução no consumo de combustível. Geralmente são de uso-misto.

Pneu misto em terra (Foto: Divulgação)

Precauções

Os especialistas consultados explicam que essa divisão do produto por configurações não é uma mera formalidade. Equipar veículos que andam exclusivamente na cidade com pneus fora de estrada e vice versa pode comprometer a segurança dos ocupantes e a durabilidade do produto.

“Um produto voltado para uso off-road equipando um utilitário-esportivo que só trafega no asfalto, por exemplo, pode ter desgaste irregular, causar um ruído desconfortável na cabine e até passar por aquecimento acima da média por resistir a cortes”, afirma o gerente geral de engenharia de vendas da Bridgestone, José Carlos Quadrelli. O cenário oposto também causa danos. “O pneu de uso on ou misto em uma trilha de terra severa pode ter os pedaços da banda de rodagem arrancados e desestabilizar o veículo”, alerta o engenheiro de campo de pneus de passeio da Michelin, Flávio Santana.

Magliano também cita que até alguns utilitários-esportivos equipados com propulsores mais potentes exigem uma checagem minuciosa do item. “São veículos que possuem um tempo de resposta e um espaço de frenagem diferenciados. O ideal é que se utilize o do tipo misto e que, após uma trilha, volte à calibragem indicada no manual”.

Volkswagen Fox 1.0 BlueMotion 2014 (Foto: Divulgação)

Manutenção

Olhar apenas se o pneu está “careca” deve ser apenas o primeiro de uma série de cuidados a serem tomados periodicamente. É preciso voltar ao manual do proprietário e verificar o nível de pressão e a quilometragem exata para se realizar o alinhamento, o balanceamento e a calibragem.

“É ideal que o proprietário tenha esse número referente à calibragem sempre na memória. E que ela seja feita a cada quinze dias, com o carro ainda frio”, indica o gerente de marketing de automóveis da Goodyear, Vinícius Sá.

Mayer lembra que os pneus vêm com ressaltos na base dos sulcos para indicar o limite de segurança sem a necessidade de um medidor. “O desgaste máximo, chamado TWI, é de 1.6 mm de profundidade dos sulcos. Abaixo dessa medida, o pneu já passa a ser considerado ‘careca’”.

O modo de dirigir também influencia na durabilidade. Os profissionais recomendam evitar tanto aceleradas quanto freadas bruscas. Por fim, é preciso ficar atento aos sinais “físicos” que o veículo emite quando chega a hora de substituir o item. “O pneu perde a aderência aos poucos, o volante emite mais vibrações e o consumo de combustível aumenta gradativamente”, ressalta Santana.

Suzuki Jimny 4Sport 2015 (Foto: Divulgação)

Na prática

Além da estética, as configurações de pneus, inclusive os verdes, possuem diferenças que são perceptíveis somente durante a rodagem. A convite da Pirelli, Autoesporte testou os tipos verde, misto e off-road.

O veículo equipado de forma alternada com os pneus verdes e mistos era uma picape de grande porte e uso predominante no asfalto. De maneira geral, eles são praticamente iguais, mas justamente por propor menor resistência ao rolamento, o tipo verde deixa a condução muito mais leve e o carro um pouco mais solto. Dependendo da potência do veículo em questão, será preciso colocar um pouquinho mais o pé no pedal do freio.

Já o produto para uso fora de estrada foi utilizado em um pequeno utilitário-esportivo voltado a trilhas. O percurso proposto tinha ladeiras íngremes, pedras, terra, lama e água. Em união com a boa tração do veículo e apenas a primeira marcha engatada, o pneu foi peça fundamental para manter a estabilidade da carroceria, já que ele reúne as funções de tração, escavação e autolimpeza que expulsa a sujeira acumulada entre os sulcos para que o veículo “grude” ao solo.

FONTE: https://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2014/06/conheca-os-diferentes-tipos-de-pneus-e-aprenda-escolher-o-melhor-para-seu-carro.html

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EQUIPAMENTO ROLL-ON ROLL-OFF RODOVALE

Equipamento com acionamento hidráulico permite carregar, descarregar e bascular diferentes modelos, como caixas, plataformas, tanques e outras carrocerias intercambiáveis, possibilitando uma ampla flexibilidade na logística e proporcionando segurança e elevado benefício econômico.

A principal característica do Roll-ON Roll-OFF é adaptar-se a vários tipos de transporte. Este equipamento otimiza o transporte de produtos agrícolas, resíduos industriais (papel, sucatas metálicas e plásticas) e resíduos orgânicos, reduzindo o custo e tempo de movimentação, proporcionando máxima segurança operacional. Destina-se ao carregamento, transporte e basculamento de: caixas, plataformas, tanques e outros tipos de carrocerias intercambiáveis.

Características Técnicas do Produto
-Chassi e Travessas: projetados e desenvolvidos para suportar os esforços mecânicos a que se destina o equipamento. Ficando perfeitamente assentado sobre o chassi do veículo;
– Gancho de Içamento: suporta grandes esforços, além disso, possui travamento de segurança;
– Trava Traseira: o equipamento possui engate para trava traseira da base, o que torna a operação de transporte e basculamento segura;
– Trava de Molejo: dispositivo desenvolvido para travamento do molejo traseiro do veículo, no ato de carregamento e basculamento. Travamento é feito por cilindros pneumáticos;
– Torre Móvel: acionada por cilindro hidráulico;
– Guias Laterais Roletados: mantem alinhamento da caixa e reduz o atrito durante o carregamento da caixa;
– Rolete Traseiro: redução de atrito caixa-equipamento durante operacionalidade;
– Ângulo máximo de basculamento: 50o;
– Tempo de operação:
a)carregar: 105s b)descarregar: 90s c) bascular: 70s

Capacidade
-Disponibilizado somente no modelo de 25t.

Comprimento recomendado
– Recomenda-se para este equipamento transportar caixas, plataformas ou tanques com 6,0 ou 6,5 metros de comprimento;

Acionamento
– Válvulas pneumáticas, com alavancas, no interior da cabine;

Conjunto Hidráulico
– Cilindros hidráulicos, dimensionados para suportar os esforços necessários às cargas à serem transportadas;
– Controlado por comando hidráulico-pneumático 100 L;
– Bomba Hidráulica: 68 L/min a 1200 RPM;
– Tanque Hidráulico com capacidade de 104 L;
– Válvula Direcional de Segurança;
– Válvula de Contra Balanço: assegura a suavidade de movimento durante as operações.

Pintura
– Preparação de superfícies: Limpeza com jato de granalha de aço; Aplicação de anti-oxidante primer epóxi;

– Equipamento: Aplicação de tinta PU na cor preta.

Opcionais

– Rolete de Apoio Traseiro: acionado através de cilindro hidráulico, fixado no chassi
do veículo; É colocado em veículos cuja utilização se dá em solos compactados.

– 3o corpo no comando hidráulico, com engate rápido.

FONTE: http://www.rodovale.com.br/produto/equipamento-roll-on-roll-off-para-comprar-no-rio-grande-do-sul-rs/

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CINTA CATRACA QUE É OBRIGATÓRIA PARA AMARRAÇÃO DE CARGA

A Resolução 552 do Contran mudou as regras para amarração de cargas e ainda tem muito motorista sem entender o que foi alterado. De maneira simples, a amarração de cargas com cordas foi proibida e agora somente o uso de cintas é permitido. Mas não é só isso. A resolução também muda o uso de carrocerias de madeira, entre outros aspectos.

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Continue lendo e entenda o que você precisa fazer para se adequar à nova resolução. Esse assunto já foi pauta no Pé na Estrada e você pode conferir o vídeo clicando aqui.

Amarração de cargas

A resolução proíbe o uso de cordas e determina que os itens transportados sejam presos com cintas têxteis, correntes ou cabos de aço. Em 2017, a norma passou a valer para veículos que fossem fabricados a partir daquele ano. Em janeiro de 2018, a resolução passou a abranger os demais veículos em circulação.

Motoristas flagrados desrespeitando essa norma são orientados de como deve ser feito o transporte adequado e recebem uma multa de R$ 195. A infração é considerada grave, com 5 pontos na CNH. Alguns estradeiros relatam que não sabiam da nova exigência.

O que isso muda na vida do caminhoneiro? Gustavo Cassiolato, presidente da Associação Brasileira de Engenharia, Movimentação e Amarração de Cargas, falou sobre essa questão em um podcast. Clique aqui para ouvir.

Carrocerias de madeira

A medida proíbe ainda que cabos ou fitas fiquem presos diretamente à carroceria de madeira para evitar desgaste das estruturas. Essa medida também passou a valer para carrocerias em circulação a partir de 2018. Antes, em 2017, somente os implementos fabricados a partir daquele ano deveriam se adequar à norma.

Segundo a PRF, a medida é para dar mais segurança. “Você vê a estrutura da corda, com o uso ela vai soltando, ela é muito flexível. Com o tempo, o próprio atrito com a carroceria, com parafuso, com partes mais rígidas. Quando arrebenta, a carga fica toda vulnerável. Aí é a hora que a gente corre risco do acidente, uma caixa cai”, explicou ao G1 o inspetor Jander Costa.

Para se adaptarem à resolução, é preciso instalar fixadores metálicos mas carrocerias de madeira. Os fixadores devem ter resistência acima de 3.000 kg. Vale lembrar que a norma vale somente para implementos de madeira que pesam acima de 3.500 kg. 

O repórter Jaime Alves bateu um papo com Carlos Rodrigues, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Carrocerias de Madeira, para falar sobre como a medida influenciou o segmento. Clique aqui e ouça o podcast.

E as cordas?

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As cordas agora possuem uma função secundária: a amarração de lonas. Mas ainda surge a dúvida: como transportar cargas como abacaxi, batata ou melancia? Qual tipo de cinta é melhor para cada carga?

O repórter Jaime Alves falou sobre o assunto em uma reportagem para o Pé na Estrada. Aperte play para conferir o vídeo!

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